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domingo, 20 de abril de 2008

Pequim: Faltará alma ao «Ninho»?


O Estádio Olímpico, desenhado por Herzog e Meuron, é um dos símbolos dos Jogos de Pequim. Ao longo dos últimos quatro anos, temos sido bombardeados com todo o tipo de imagens possíveis sobre aquela intricada estrutura de aço, alcunhada de «Ninho»: maquetes, desenhos em três dimensões, diversas fases da sua construção, pormenores, vistas aéreas, artísticas, técnicas. E sempre abrimos a boca de espanto.
Agora, finalmente, o estádio começou a ser usado para aquilo que serve: as competições desportivas. E começamos a receber as primeiras fotografias feitas do seu interior, junto à pista de tartan, com os atletas em acção (como esta lá em cima). E... parece que falta qualquer coisa. Parece que falta uma personalidade, uma alma, uma identidade É um estádio, mas sem nada que o distinga em particular. Falta-lhe, por exemplo, um arco como o que Santiago Calatrava concebeu para o estádio de Atenas. Ou a grandeza funcional do estádio de Sydney. Ou a história do Olímpico de Barcelona. Pode ser uma impressão apressada, mas parece que falta qualquer coisa...

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Pequim: Cinco factos sobre o 'Ninho'

O Estádio Olímpico de Pequim tem, este fim-de-semana, o seu primeiro grande teste. Eis, cinco factos sobre a obra emblemática destas Olimpíadas, segundo a Reuters:
* Construção iniciou-se a 24 de Deszembro de 2003, no mesmo dia em que começaram os trabalhos no vizinho «Cubo», a piscina olímpica.
* O estádio ocupa 258.000 metros quadrados e tem uma lotação de 91.000 pessoas. Durante os Jogos, vai acolher as cerimónias de abertura e de encerramento, as provas de atletismo e a final do torneio de futebol.
* Custou 3,5 mil milhões de yuans (cerca de 600 milhões de euros). Na sua construção foram utilizadas 42 mil toneladas de aço. Foi necessário recolocar 4707 residentes, de 2.043 casas.
* Construção foi suspensa em 2004, depois de críticas ao seu custo excessivo. O projecto foi, nessa altura, reformulada, retirando-se 9.000 lugares, 12.000 toneladas de aço e o tecto móvel.
* Depois dos Jogos, o estádio vai pertencer ao clube de futebol Guoan, de Pequim. A sua manutenção vai custar cerca de 7 milhões de euros por ano.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Pequim: Estádio aberto e vídeo na BBC



«Parece uma pilha gigante de spaghetti, pronto e à espera, no caso de Gulliver decidir aparecer para o almoço». Foi assim que o correspondente da BBC em pequim, James Reynolds, viu o Estádio Olímpico, hoje pela primeira vez aberto à comunicação social.
Com capacidade para 91 000 espectadores, desenhado pelos arquitectos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, o estádio é conhecido como «Ninho de pássaro», devido à sua estrutura intricada de metal, com 70 metros de altura. Demorou 52 meses a ser construído.
Apesar de ter sido desenhado por suíços, percebe-se o porquê da escolha de Pequim por este projecto: o estádio transmite ao mundo a mensagem de uma China moderna, forte, determinada, mas também fortemente enraizada no seu território e composta por múltiplas realidades.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Ninho quase pronto


Os 80 000 cadeiras do Estádio Nacional de Pequim - o «Ninho», como é conhecido a obra arquitectónica central destas Olimpíadas - já estão todas colocadas no seu lugar, prontas para receber os espectadores que, a 8 de Agosto, irão assistir à cerimónia de abertura dos Jogos de Pequim. Segundo a organização, as cadeiras passaram em todos os testes de resistência e de impacto. Os organizadores garantem ainda que os assentos (apesar da sua aparência banal) foram concebidos para responder às exigências de conforto dos espectadores.
Fonte: BOCOG